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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Tomando Consciência do Poder Político

Vale a pena ler de novo!

“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo da vida, o preço dos alimentos,das vestimentas e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão ignorante  que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais”
(Berthold Brecht)
O circo eleitoral já está sendo montado novamente. Abre-se a temporada de caça aos votos. A mídia se esforça para garantir um momento decisivo para todo o país tornando a propaganda oficial das eleições cada vez mais sofisticada. A justiça eleitoral alterou algumas regras, como a ilusória “ficha limpa” que, em clara evidência não mudará nada para os candidatos. Posto isto, ainda se tem trocas de partido, divulgação de pesquisas mentirosas, muita propaganda enganosa e compra de votos, tudo de novo. Neste momento não existem princípios, ou melhor, enganar, roubar e subordinar… Esse é o princípio da maioria dos candidatos na eleição.
Enquanto isso, os salários de quase toda a população continuam findando-se antes do fim do mês, o ritmo de trabalho é explorador, os jovens ocupam os piores postos de trabalho e a taxa de desemprego chega a quase dobrar entre eles, os trabalhadores rurais seguem sem seus pedaços de terra. A cada eleição mudam se as caras, mas as políticas que torturam o povo continuam deixando milhares de pobres privados de seus direitos básicos bem como o da casa própria, obrigando-os a viverem em total exclusão ao ponto de morarem nas ruas das grandes metrópoles. Sem escolha ou liberdade, essas pessoas se tornam por sua vez submissas e logo marginalizadas.
Tais situações acima elencadas tem a aumentam com o simples fato dos políticos que se elegem sem se quer, estudar suas vidas, suas histórias, seus trabalhos e seus verdadeiros interesses sociais. Levados por tamanha idiotice, acabam-se votando neles simplesmente por serem apresentadores, artistas, empresários ou mesmo por terem laços sanguíneos de outros políticos. Vota-se para ganhar dinheiro em troca ou por acreditar que se conseguirá algum cargo comissionado, ou pior, vota-se alienadamente pelos discursos e propostas encantadoras que o marketing manda os candidatos dizerem para ganhar mais votos. Acaba-se votando neles por aparecerem “bonitos nas fotos,” e enganando a si próprio, permitisse que se suas belezas estéticas escondam suas podridões. Diante de tais artefatos, não se é sabido, que os eleitores se fazem ainda mais corruptos que os candidatos? Os políticos dizem que votar é exercer a democracia, se fosse verdade, seria muito fácil votar. Pois o eleitor é condicionado a apertar o botão da urna eletrônica, mas e depois? Há um acompanhamento ou cobrança do mesmo para com os eleitos? E ainda falam-se para votar no menos ruim. Mas como, se são todos iguais depois do cargo político assumido? E em relação à população para com os representantes elegidos, acresce-se aqui uma reflexão: e o povo? Não tem a nossa própria voz? Ficará a sociedade a vida inteira dependendo de pessoas para falar por ela? Os cidadãos não podem denunciar nossas próprias indignações? Será que não está na hora de parar de fazer vista grossa e, se mobilizar ou ao menos se incomodar expondo tal contrariedade com a corrupção? Se é deixado de fazer isso por quê? Simplesmente pelo desinteresse e/ou acomodação, ou porque também tem-se o rabo preso? Tais arguições revelam portanto a seriedade e o tamanho poder eletivo que cada cidadão possui como eleitores que são.
As eleições são financiadas pelas grandes empresas, sendo essas compensadas em dobro após as vitórias dos candidatos apoiados. E eles, depois de eleitos reforçam a corrupção e o acumulo de capital que tanto suga o sangue e o suor dos trabalhadores, fazendo do Brasil o segundo maior país em má distribuição de renda do mundo. Graças a concentração de poder de uma elitezinha, o povo se torna cada dia mais massacrado e ausentado de seus direitos vitais.
A democracia por sua vez, é inválida, uma vez que só se efetiva para a elite e para a burguesia, visto que ambas retém consigo a grande parte do poder econômico. Já o povo, ainda vive em ditadura. Sai-se da ditadura militar, mas se vive em uma outra ditadura: A Ditadura Civil. Como exemplo, poderes como o legislativo, em sua grande parte não tem conquistado os direitos, mas retirados os a cada dia, pois se submetem se vendendo cada vez mais à quem executa, agindo assim infiéis com sua função de fiscalizar o executivo.
É possível mudar o quadro sim, se conscientização e união se fizerem presentes e aliadas. É preciso chamar o voto contra o sistema governamental e capitalista que domina aliena e exclui, assim como esse blog já tem feito deve-se utilizar o espaço das mídias fazendo uma propaganda contra essa realidade desigual, denunciando aqueles que roubam os direitos dos cidadãos.
Quando se denuncia as barreiras jurídicas e políticas da classe que domina e explora, denuncia-se o que está errado e, assim o procedendo haverá um ganho imenso de sentido para a vida, tornando com isso o sujeito cada vez mais autêntico e de caráter. Contudo existem “cidadãos e Cidadãos”. Infelizmente o problema a que se depara é ainda maior do que a quase incapacidade de muitos de perceber que “existem políticos e Políticos”. Crê-se que o encaminhamento mínimo do problema passe pelas seguintes perguntas: “que tipo de cidadão você é?” E, “que tipo de representante espera para o interesse público?”

Diante disso peço aos intelectuais leitores desse blog

NÃO SEJA UM ANALFABETO POLÍTICO.


segunda-feira, 4 de junho de 2012

O Brasil melhorou?

O Brasil se tornou uma das coqueluches dos mercados internacionais e não há seminário no qual o país não receba elogios de economistas encarregados de aconselhar os endinheirados do mundo. Cada vez que escuto essas análises, me pergunto o quanto a vida real dos milhões de brasileiros realmente melhorou. Estive em São Paulo há um mês e a sensação é a de que todos os dramas cotidianos continuavam intactos: a escandalosa desigualdade de renda, a pobreza gritante e a violência que paira sobre todos.
Sei que a renda aumentou e a desigualdade diminuiu, mas a distância que estamos de um patamar minimamente decente é tão grande que o país não poderia se dar ao luxo de não ter um sentido de urgência para enfrentar essas questões.
Na semana passada estive em Dalian, cidade do nordeste da China, para cobrir o encontro de verão do Fórum Econômico Mundial _que realiza sua reunião mais célebre em Davos, na Suíça, durante o inverno europeu. O Brasil foi um dos destaques positivos do relatório sobre competividiade da instituição, que basicamente mede a capacidade dos países de crescerem de maneira sustentável e eficiente e, assim, melhorarem a renda e a qualidade de vida de seus habitantes.
O Brasil subiu impressionantes oito posições e foi apontado como uma das nações que devem sofrer menos com a crise atual, ao lado de China e Índia, que tiveram melhoras mais modestas no ranking, de apenas uma posição. Mesmo com o salto, o Brasil está em 56º lugar em um universo de 133 países pesquisados, atrás da China (29º) e da Índia (49º). Entre os BRICs, só a Rússa aparece em pior posição, 63ª.
Mas o que chama atenção na performance brasileira são os setores onde o país NÃO melhorou ou avançou muito pouco: educação primária, saúde e segurança, essenciais para mudar a maneira como a população experimenta sua vida cotidiana. Todas são áreas básicas, sem as quais o Brasil não poderá ir muito longe, por mais sofisticado que seja seu sistema financeiro e seu mercado de capitais.
No quesito saúde e educação primária, o Brasil permaneceu na mesma posição em que estava no ano passado, a 79ª em um universo de 133, atrás de países como México (65), Malásia (34), Tailândia (61) e Colômbia (72). Entre os BRICs, o Brasil está atrás da China (45) e da Rússia (51), ganhando apenas da Índia (101). O país aparece em 93º lugar no item segurança, dentro do qual o “crime organizado” nos coloca em 111º.
Como disse a economista Jennifer Blanke, uma das autoras do trabalho, o Brasil melhorou em áreas mais sofisticadas e avançou pouco ou nada nas mais elementares. O país ficou em 91º nos chamados “requisitos básicos”, que englobam instituições, infraestrutura, estabilidade macroeconômica e saúde e educação primária. É a pior posição entre os integrantes dos BRICs _a China aparece 36º lugar, a Rússia em 64º e a Índia em 79º.
“É difícil avançar no resto sem melhorar a qualidade da educação primária”, disse Blanke. O país também não avançou no quesito “educação superior”, ainda que registre posição mais alta, 58ª, a mesma que ocupava no ano passado.
No item “ética e corrupção” amargamos a 125º posição, o que deixa apenas sete países em situação pior. A ineficiência do poder público é outro flanco aberto, no qual estamos na 120º posição.
Os terrenos onde o Brasil avançou são importantes, mas estão a anos luz de distância dos moradores da favela de Heliópolis, em São Paulo, ou da Rocinha, no Rio. No item “mercados financeiros”, o país escalou 13 posições, para o 51º lugar, enquanto o uso de tecnologia subiu 10 pontos, para a 46ª posição.
Outra área em que o Brasil saltou 13 posições foi a “estabilidade macroecômica”, que inclui o tamanho da dívida pública em relação ao PIB, déficit público e inflação. Mas mesmo com a melhoria, nós estamos na 109ª posição, com apenas 24 países em situação pior.


Comentário:

O Brasil só começou a melhorar e criar um rumo ao desenvolvimento, após o povo brasileiro reconhecerem na pessoa de um operário, trabalhador e conhecedor dos problemas e das dificuldades dos cidadãos e principalmente dos mais necessitados. Os ricos, poderosos e diplomatas não deram conta do recado, uma vez que, seus interesses não correspondem aos da maioria.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

O governo precisa elaborar projeto sincronizado para superação da crise econômica. Incentivar o consumo não é a solução!

Coluna no GLOBO

Não é por aí

O PIB ficou estagnado no primeiro trimestre. É isso que mostraram os dados divulgados ontem pelo Banco Central. O governo vai agir e de novo pensa em medidas casuísticas e que beneficiem a indústria automobilística. A lei da oferta e da procura deveria valer para as montadoras. Se há carro demais no pátio, as empresas deveriam dar desconto, oferecer vantagens para atrair o consumidor, em vez de pedir socorro ao governo.
O Brasil não tem política industrial, tem política para a indústria automobilística. A cada engasgada da economia, os ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento desenham medidas para ajudar as montadoras, e a presidente aprova. O que está sendo pensado agora é uma sucessão de erros. A Fazenda quer a redução do recolhimento compulsório ao Banco Central, para haver mais dinheiro para financiamento de automóveis; determinou que a Caixa e o Banco do Brasil facilitem os empréstimos; quer ampliar para mais de 60 meses as prestações para compra de carros. Vai conversar com os bancos para que eles ofereçam mais crédito.
O que está errado aí? Tudo! Recolhimento compulsório é para fazer política monetária. Quem deve decidir qual o volume de dinheiro que os bancos precisam manter no Banco Central é o Banco Central. É um regulador que ele sobe ou desce dependendo da necessidade de combater a inflação ou reativar a economia. Não pode ter como objetivo vender carro.
A carteira de financiamento de automóveis teve um aumento de mais de 100% na inadimplência. Saiu, no começo do ano passado, de 2,5% de atrasos com mais de 90 dias para 5,7%. Não é muito, mas o ritmo do crescimento assusta. É natural que os bancos — todos eles, inclusive os públicos — sejam mais seletivos na concessão dessa carteira até entender o que está acontecendo.
Cinco anos para comprar um automóvel é um prazo mais do que razoável. Incentivar o superendividamento das famílias por prazo longo demais apenas para esvaziar o pátio das montadoras é insensatez.
Banco do Brasil e Caixa não devem ser empurrados para aumentar a concessão de crédito. Devem fazê-lo se for o caso. A Fazenda tem que demonstrar que confia nos executivos aos quais delegou a administração dos dois bancos, ou então demiti-los. Mas o ministro da Fazenda não pode ser o executivo dos dois bancos. Só os administradores têm a visão global completa do que acontece nas instituições. A excessiva interferência já deu problemas.
No movimento de redução de juros, o governo acertou. Conversei com banqueiros privados que admitem que o spread estava alto demais. “Estávamos acomodados”, disse-me um. Hoje, todos estão reduzindo as taxas. A decisão do governo quebrou a inércia e a acomodação, mas é preciso muito cuidado para evitar os excessos dos bancos públicos que os levem a desequilíbrios que já tiveram no passado. As bondades feitas pelos bancos públicos por ordem do governo no período inflacionário exigiram grandes capitalizações da Caixa e do Banco do Brasil no governo Fernando Henrique. As instituições foram saneadas com o seu, o meu, o nosso dinheiro. A Caixa passará por nova limpeza de ativos por decisões tomadas recentemente.
A briga com os bancos é boa quando travada no campo técnico. Politizada e formatada para enfeitar palanques, vira um risco. Que o governo fique apenas na trincheira técnica, onde tem ido muito bem. Os altos spreads começaram a ser enfrentados no período Armínio Fraga, no Banco Central, quando o órgão começou a dar mais transparência às taxas, apostando que isso levaria à maior competição. Não deu o resultado desejado, ainda que a informação tenha ajudado o país a tomar mais consciência do problema.
O governo Lula, com o consignado e várias mudanças regulatórias na área do crédito imobiliário e na carteira de veículos, abriu o caminho para o aumento do crédito em relação ao PIB, que foi de 25% para 49%. Isso ajudou a começar a derrubar as taxas dos juros bancários. Mesmo assim, permaneceram altas demais. O governo Dilma, ao debater o tema abertamente e — aí sim — incentivar os bancos públicos a tomarem a dianteira na redução das taxas, criou um círculo virtuoso que já provocou frutos.
É fácil saber que o spread é alto demais, basta olhar as estatísticas. Há duas formas de medir o spread no Brasil — essa diferença entre o que os bancos pagam pelo capital que entregamos a eles e o que cobram quando pedimos dinheiro a eles. A primeira marca 28% e é divulgada na Nota de Política Monetária, mensalmente, pelo Banco Central. É ela que vale, porque abrange o crédito livre, que são as transações definidas livremente pelos bancos com pessoas físicas e jurídicas. Não entram na conta, por exemplo, o crédito imobiliário, que faz parte do Sistema Financeiro Habitacional, ou o crédito concedido pelo BNDES. Esse tipo de dinheiro é direcionado, tem taxa de juros pré-definidas. No caso do BNDES, o spread é negativo porque o banco empresta a uma taxa menor do que capta. A segunda metodologia, que marca 10%, é apenas regulatória, abrange todo o sistema financeiro, incluindo o crédito direcionado. É divulgada pelo BC de seis em seis meses no Relatório de Estabilidade Financeira, com o objetivo principal de medir a qualidade do sistema financeiro.
O país está crescendo pouco e o crédito é uma das ferramentas para reativar a economia. Mas ela tem que ser usada com precisão. Do contrário, cria problemas no futuro.

Fonte:http://oglobo.globo.com/economia/miriam/?a=496

Cuidado com os impulsos! Facilidade não é sinônimo de necessidade.

Redução de IPI incentiva, mas ainda é preciso ter cuidado ao financiar carro novo

carrosnovos1Se você pensa em comprar um carro novo e não deseja levar de brinde um “porta malas de problemas”, fique atento às nossas dicas:
- Evite compras por impulso. Com a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), as publicidades bacanas vão tentar lhe convencer a “correr antes que acabe”. Mas tenha cautela. Nunca deixe de pesquisar analisar as ofertas do mercado como: condições de pagamento e de entrega; descontos e promoções; taxa de juros; acessórios etc.;
- Se for financiar, fique atento: não basta que a parcela caiba no bolso. Carro não é investimento e sim gastos. Tenha em mente que além do financiamento, você terá de arcar com: combustível, revisões, manutenção preventiva, seguro, IPVA, seguro obrigatório, licenciamento, etc. Além das dívidas do dia-a-dia: água, luz, telefone, condomínio, IPTU, alimentação, vestuário, etc.;

- Se mesmo com todos estes gastos, você estiver convicto de que o momento de adquirir um carro zero é este, prefira comprar à vista. Se esta possibilidade não passa de um sonho, recomendamos dar uma entrada no financiamento - algo em torno a 20% ou 30% do valor total do carro. Se puder dar mais, melhor;
- Outra dica é financiar com o menor número de parcelas possível, você pagará menos juros.
Financiamento
- Depois de escolher o modelo e optar por financiar seu carro novo, leia atentamente o contrato e, em caso de dúvida, questione o vendedor ou procure um órgão de defesa do consumidor;
- A financeira não pode cobrar taxa de boleto bancário. Referida cobrança é considerada prática abusiva, de acordo com os artigos 39, inciso V e 51 - inciso IV e parágrafo 1º do Código de Defesa do Consumidor (CDC).
- O Procon-SC entende que a “Taxa de Cadastro” é abusiva. Segundo o órgão, a cobrança não se justifica, já que não há nenhuma prestação de serviço ao consumidor.
Atenção! De acordo com a Resolução 3954 do Banco Central do Brasil, o fornecedor não pode repassar para o consumidor custos com serviços de terceiros (comissão de vendedor, por exemplo).


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Seus Direitos e outras dicas
- O artigo 52 do CDC estabelece que:
“No fornecimento de produtos ou serviços que envolva outorga de crédito ou concessão de financiamento ao consumidor, o fornecedor deverá, entre outros requisitos, informá-lo prévia e adequadamente sobre:
I - preço do produto ou serviço em moeda corrente nacional;
II - montante dos juros de mora e da taxa efetiva anual de juros;
III - acréscimos legalmente previstos;
IV - número e periodicidade das prestações;
V - soma total a pagar, com e sem financiamento.
§ 1° As multas de mora decorrentes do inadimplemento de obrigações no seu termo não poderão ser superiores a dois por cento do valor da prestação”
§ 2° É assegurada ao consumidor a liquidação antecipada do débito, total ou parcialmente, mediante redução proporcional dos juros e demais acréscimos.
- Além do artigo citado acima, o CDC garante que a publicidade deve ser cumprida integralmente. Portanto, na hora da compra, leve consigo os panfletos publicitários e exija seus direitos;
- Verifique se o automóvel escolhido está disponível para entrega imediata e, caso contrário, qual o período de espera. Este prazo deve ser estipulado no contrato que celebrará a aquisição, assim como: informações quanto aos acessórios básicos e opcionais; especificações do carro como, cor, modelo, ano, chassi etc.; valor total do bem; valor de cada prestação e data de vencimento delas; frete; taxa de juros e encargos por atraso do pagamento (a multa não pode ultrapassar 2% ) e, por fim, identificação das partes;
- Não deixe de exigir a nota fiscal de compra e o manual de instruções em língua portuguesa, e curta seu carro novo. Mas não deixe de respeitar as leis de trânsito.


Para especialista, incentivo ao consumo deve vir acompanhado de juros baixos

A movimentação do governo para incentivar o consumo, como forma de minimizar os efeitos das crise financeira mundial sobre o Brasil, é motivo de preocupação para economistas que temem que as pessoas, incentivadas pelo próprio governo, acabem comprando além do que podem pagar.


"Governo induz povo a se endividar", diz ex-diretor do BC

As medidas de incentivo ao crédito não vão estimular a economia e podem ser prejudiciais à saúde financeira da população.
As medidas de incentivo ao crédito não vão estimular a economia e podem ser prejudiciais à saúde financeira da população. A avaliação é do economista Carlos Eduardo Freitas, ex-diretor do Banco Central (BC) e professor licenciado da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ele está preocupado com o endividamento da população em um momento de ritmo lento do crescimento econômico, que o governo quer reverter com seu pacote de estímulos. Entre as medidas anunciadas ontem (21) pelo governo, estão a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de veículos e o desconto no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em qualquer tipo de operação de crédito à pessoa física. "O governo está induzindo o povo a se endividar, o que pode ser prejudicial para a saúde financeira. Isso em um momento no qual a inadimplência cresce muito", disse Freitas, que foi diretor de Assuntos de Reestruturação do Sistema Financeiro Estadual, diretoria depois transformada em Liquidações e Desestatizações, do Banco Central, de agosto de 1999, na presidência de Armínio Fraga, até maio de 2003, com Henrique Meirelles. Na apresentação do pacote, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que as medidas não provocarão o aumento da inadimplência nem da inflação. Segundo ele, a criação de empregos e a redução de juros farão com que o aumento do investimento seja acompanhado da expansão do consumo. Ainda na avaliação do ministro, o aumento de renda dos trabalhadores e a entrada de novos empregados formais no mercado impedirá que os consumidores percam o controle e deixem de pagar as prestações. Para Freitas, no entanto, não há um diagnóstico claro da situação econômica do país, que enfrenta efeitos da crise internacional, e, com isso, o governo tenta reagir, com "atitudes pontuais". Segundo o economista, um dos motivos que levou o governo a adotar as medidas foi a expectativa de que a economia vá crescer pouco este ano. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na última sexta-feira, mostrou que a economia brasileira perdeu ritmo de crescimento. No primeiro trimestre deste ano, o índice cresceu 0,15% na comparação com o período de outubro a dezembro do ano passado. Essa expansão foi menor do que a verificada na passagem do terceiro para o quarto trimestre do ano passado, de quase 0,2%. Na avaliação de Freitas, a economia brasileira foi desenhada, a partir da Constituição de 1988, para que haja distribuição de renda, mas sem apresentar grandes taxas de crescimento. Freitas acrescentou que, na década passada, a economia brasileira foi "muito ajudada" pelo desenvolvimento econômico mundial, o que estimulou as exportações do país. Apesar da crise econômica externa, a expectativa do economista é que, em dois ou três anos, o cenário mundial melhore, o que deve ajudar o Brasil. Para ele, os Estados Unidos, "que desempenham papel importante na demanda mundial", estão gradualmente saindo da crise, e a Europa, apesar da situação mais complicada, deve encontrar uma solução "organizada" para os problemas de endividamento dos países. "Com isso, a China deverá voltar a funcionar", acrescentou. (FONTE: AGÊNCIA BRASIL) Chico Bento pede para Dilma vetar o Código Florestal Cartunista Maurício de Souza publicou quadrinhos em sua conta no Twitter pedindo para a presidente vetar a íntegra do texto O criador da Turma da Mônica resolveu se posicionar sobre o Código Florestal. Nesta terça-feira (22), o cartunista Maurício de Souza publicou, em sua conta no Twitter, quadrinhos de personagens pedindo para a presidente Dilma Rousseff vetar a íntegra do Código Florestal, já aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado. "Veta tudim, dona dirma", diz Chico Bento na primeira imagem publicada, que tem a legenda "recado do brasileiro chico bento". Depois, vários personagens pedem para a presidente vetar o texto. A mensagem diz “Licença, dona Dirma! A gente num intendi muito das coisas da lei mais intendi das nossa necessidade! I nóis percisa das mata, dos rio, dos peixe... I tá todo mundo achando qui isso vai sê mexido pra pior! A sinhora podi ajudá pra isso num acontecê? Nossa gente vai agardecê por toda vida! Eu juro!”. (FONTE: GAZETA DO POVO) STF deve parar por mais de seis semanas para julgar o mensalão Proposta do relator Joaquim Barbosa sugere que processo vá a plenário em três dias da semana. O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) deve parar por mais de seis semanas para se dedicar exclusivamente ao processo do mensalão. O cronograma do julgamento começou a ser costurado na sessão administrativa desta terça-feira, segundo proposta do relator Joaquim Barbosa. Embora a data do julgamento não esteja definida, Barbosa sugeriu que o processo vá a plenário em três dias da semana, segundas, quartas e quintas-feira, durante a tarde. Essa solução levaria o plenário do Supremo a se dedicar integralmente ao mensalão por pelo menos seis semanas, já que os ministros se reúnem apenas nas tardes de quarta e quinta-feira. A proposta de Barbosa não enfrentou resistência dos demais ministros. No entanto, o cronograma não é definitivo porque a reunião foi interrompida para que os integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se dirigissem à sessão desta noite. Uma nova sessão administrativa deve ocorrer na próxima semana para decidir os pontos que ficaram em aberto. A proposta de Barbosa ganhou força entre os colegas pouco antes da sessão administrativa, quando o presidente do STF, Carlos Ayres Britto, já tinha três cronogramas simulados, todos com início do julgamento previsto para 4 de junho. O presidente esclareceu que essa data é fictícia porque o processo só pode ser liberado para julgamento pelo revisor, ministro Ricardo Lewandowski.— O revisor tem que ser respeitado na sua autonomia de vontade — disse. LEIA MAIS.....

Incentivo ao consumo traz riscos

Brasília (AE e ABr) - Diante do desempenho fraco da economia, o governo decidiu pisar no acelerador e anunciou na última segunda-feira um pacote R$ 2,7 bilhões para estimular o consumo, principalmente o de automóveis, e a aquisição de bens de capital Assim como fez na crise de 2008 e 2009, o Planalto cortou impostos, liberou mais dinheiro para empréstimos e reduziu os custos de linhas de financiamento. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, as medidas são resultado de um compromisso "inédito" assumido entre governo, setor produtor e setor financeiro.
Elza FiúzaCom menos juros e imposto o setor de veículos atrai o consumidorCom menos juros e imposto o setor de veículos atrai o consumidor

Para o economista Carlos Eduardo Freitas, ex-diretor do Banco Central (BC) e professor licenciado da Fundação Getúlio Vargas (FGV), as medidas de incentivo ao crédito não vão, porém, estimular a economia e podem ser prejudiciais à saúde financeira da população. A preocupação, diz ele, é com o endividamento da população em um momento de ritmo lento do crescimento econômico, que o governo quer reverter com seu pacote de estímulos.

Entre as medidas anunciadas pelo governo, estão a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de veículos e o desconto no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em qualquer tipo de operação de crédito à pessoa física.

"O governo está induzindo o povo a se endividar, o que pode ser prejudicial para a saúde financeira. Isso em um momento no qual a inadimplência cresce muito", disse Freitas, que foi diretor de Assuntos de Reestruturação do Sistema Financeiro Estadual,  diretoria depois transformada em Liquidações e Desestatizações, do Banco Central, de agosto de 1999, na presidência de Armínio Fraga, até maio de 2003, com Henrique Meirelles.

Na apresentação do pacote, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que as medidas não provocarão o aumento da inadimplência nem da inflação. Segundo ele, a criação de empregos e a redução de juros farão com que o aumento do investimento seja acompanhado da expansão do consumo.

Ainda na avaliação do ministro, o aumento de renda dos trabalhadores e a entrada de novos empregados formais no mercado impedirá que os consumidores percam o controle e deixem de pagar as prestações.

Para Freitas, no entanto, não há um diagnóstico claro da situação econômica do país, que enfrenta efeitos da crise internacional, e, com isso, o governo tenta reagir, com "atitudes pontuais". Segundo o economista, um dos motivos que levou o governo a adotar as medidas foi a expectativa de que a economia vá crescer pouco este ano.

Apesar da crise econômica externa, a expectativa do economista é que, em dois ou três anos, o cenário mundial melhore, o que deve ajudar o Brasil. Para ele, os Estados Unidos, "que desempenham papel importante na demanda mundial", estão gradualmente saindo da crise, e a Europa, apesar da situação mais complicada, deve encontrar uma solução "organizada" para os problemas de endividamento dos países. "Com isso, a China deverá voltar a funcionar", acrescentou.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Deus tem que ser o centro da nossa vida.

Todas as nossas ações políticas partidárias do PSC izabelense estão sendo conduzidas e orientadas por Deus
 

Na Palavra de Deus o Apóstolo Paulo em (Col 1:16) diz: “pois Nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele.”

"Você tem o poder delegado por Deus para escolher que profissão você quer seguir, qual a faculdade irá escolher, qual a roupa irá vestir, com que moça ou rapaz irá casar-se, e algumas destas decisões estão implícitas em nossos valores morais, culturais e espirituais".

Na política não é diferente, depende de nossa escolha o futuro que queremos para nós e para nossos descendentes.

Pensem bem nisso

domingo, 27 de maio de 2012

Unidos pela fé em Cristo Jesus

Hoje aconteceu como programado: a inauguração do Diretório Municipal do PSC e o lançamento dos Movimentos Mulher e Jovem do partido. Fomos prestigiados por toda Executiva Estadual.







A Executiva Estadual, Municipal e pré candidatos a vereadores 





 As representantes do Mov. de Mulheres Estadual e Municipal



Os representates do Mov. Estadual e Municipal


Em Breve acontecerá o lançamento da pré candidatura majoritária e proporcional do PSC

sexta-feira, 25 de maio de 2012