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terça-feira, 6 de setembro de 2011

06 de setembro dia do Hino Nacional.

Dia do Hino Nacional Brasileiro




O Hino Nacional é tocado em festas cívicas
No dia 13 de abril comemora-se o dia da criação do Hino Nacional Brasileiro. Sua música foi criada em 1822, por Francisco Manuel da Silva (1795-1865), recebendo inicialmente o nome de “Marcha Triunfa”.
Nessa época, o Brasil passava por uma crise contra o governo de Portugal, buscando sua independência diante desse país.
Dom Pedro I apresentava dúvidas em suas decisões, a fim de dar a liberdade ao Brasil, deparava-se autoritário e temeroso às pressões da corte portuguesa.
Em meio a esses problemas, as tentativas de compor uma letra para o hino não caiam bem, pois vinham cheias de insultos e ressentimentos aos portugueses ou com excessos de lisonjeios ao soberano rei de Portugal.
A escolha da data foi em razão de uma manifestação em desacato ao ex-imperador, quando o mesmo embarcava para Portugal, no dia 13 de abril de 1831.
Dentre tantas tentativas, somente em 1909 que a linda composição ganhou uma letra poética, elaborada pelo então poeta e jornalista Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927), sendo muito elogiada pelas referências que fazia às belezas de nosso país.
Em 1922 a oficialização do hino, por Deodoro da Fonseca, foi para a letra de Francisco Manoel da Silva. A letra atual só foi oficializada em primeiro de setembro de 1971, na presidência de Epitácio Pessoa, através da Lei 5.700, sendo publicado no Diário Oficial do dia seguinte.
O hino nacional é um instrumento de homenagem à nação, deve ser executado nas aberturas das festividades cívicas, patrióticas, escolares, esportivas internacionais, onde a população deve contemplá-lo cantando em uma só voz.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Leitura da bíblia diária.

Leitura do dia.
2ª-f., 5 de Setembro
Onde está o Espírito do Senhor, aí está a liberdade.
2 Cor 3,16-18

5 de setembro é o Dia Nacional da Farmácia

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Não há quem nunca tenha entrado em uma. A Farmácia inicialmente é uma ciência. Mas também se tornou um tipo de estabelecimento comercial local de trabalho dos chamados farmacêuticos , comércio muito difundido pelo nosso país. Estima-se que no Brasil existam mais de 50.000 farmácias, e o país encontra-se entre os 5 maiores consumidores de medicamentos no mundo.
No Brasil, existe uma diferença entre dois tipos de estabelecimento: a farmácia e a drogaria. A Farmácia comercializa tanto medicamentos magistrais (manipulados) quanto os industrializados. Já a Drogaria só pode comercializar medicamentos industrializados.

História
A busca pela cura das doenças tem sido uma das maiores preocupações do homem desde os primórdios da humanidade. Para alguns pesquisadores, a descoberta do fogo e a utilização de recursos naturais para aliviar dores humanas ocupam espaço semelhante na linha do tempo. Por isso, a Farmácia é considerada uma das profissões mais antigas da Humanidade. A palavra tem origem do grego, pharmakeía ou phármakon, que significa medicamento ou a arte de preparar medicamentos.
A Farmácia é a ciência praticada por profissionais formados em uma faculdade de farmácia (farmacêuticos). Tem como objeto o fármaco e seus usuários, e como objetivo a pesquisa, desenvolvimento e produção de novas drogas, utilizando-se como fonte plantas, animais e minerais, estudo da manipulação de fármacos, criação e aplicação de métodos de controle de qualidade, estudo de formas de aplicação de orientação ao usuário quanto ao uso racional do medicamento, criação e aplicação de métodos de identificação e dosagem de tóxicos.
Conforme o ramo de atuação, a farmácia se alia a outras ciências para o desenvolvimento de métodos de identificação e quantificação de indicadores biológicos de patologias humanas e animais, desenvolvimento e aplicação de métodos de diagnósticos genéticos, microbiológicos e parasitários. Ainda se aliando a outras ciências, estuda os alimentos e desenvolve e aplica métodos de manipulação e controle de qualidade dos mesmos.

Brasil
Os primeiros povoadores, náufragos, degredados, aventureiros e colonos aqui deixados por Martim Afonso, tiveram de valer-se de recursos da natureza para combater as doenças, curar ferimentos e neutralizar picadas de insetos. Para combater a agressividade do ambiente, e a hostilidade de algumas tribos indígenas os primeiros europeus tiveram de contornar a adversidade com amabilidade, e com isso foram aprendendo com os pajés a preparar os remédios da terra para tratar seus próprios males.
Remédios da “civilização” só apareciam quando expedições portuguesas, francesas ou espanholas chegavam com suas esquadras, onde sempre havia um cirurgião barbeiro ou algum tripulante com uma botica portátil cheia de drogas e medicamentos.
Logo após, vieram os jesuítas que trataram de instituir enfermarias e boticas em seus colégios, colocando um irmão para cuidar dos doentes e outro para preparar remédios, onde o povo encontrava drogas e medicamentos vindos da metrópole bem como remédios preparados com plantas medicinais nativas através da terapêutica dos pajés.
Importantes boticas sob a direção dos jesuítas tiveram a Bahia, Olinda, Recife, Maranhão, Rio de Janeiro e São Paulo. Em São Paulo quem preparava os remédios era José de Anchieta, considerado o primeiro boticário de Piratininga. O padre relata em suas cartas: “Em nós outros tem médicos, boticários ou enfermeiros... Nossa casa é botica de todos; poucos momentos está quieta a campainha da portaria... todavia fiz-lhe eu os remédios que pude...”.
As boticas só foram autorizadas como comércio no Brasil em 1640. A partir deste ano elas se multiplicaram, de norte a sul, dirigidas por boticários aprovados em Coimbra, Portugal. Em completo atraso e carência de preparo, esses apenas foram ter como guia um livro que datava de 1716, de Joan Vigier, chamado Farmacopéia Ulissiponense Galênica e Química.
Na cidade de São Paulo em 1765, existiam 3 boticários: Francisco Coelho Aires, estabelecido e com moradia na rua Direita, Sebastião Teixeira de Miranda, na atual rua Álvares Penteado e José Antônio de Lacerda, na atual Praça da Sé.
O prédio para instalar a primeira farmácia oficial de São Paulo foi construído em 1796, e chamava-se a Real Botica de São Paulo, onde hoje está o Vale do Anhangabaú, mais precisamente, o prédio central desativado dos Correios e Telégrafos.
Em 1808, instituiu-se os estudos médicos no Hospital Militar da Bahia, por sugestão do cirurgião-mor do reino, Dr. José Correia Picanço, futuro Barão de Goiana, com ensino de anatomia e cirurgia. Um ano depois foi instituído o estudo no Rio de Janeiro.
O primeiro curso realmente de Farmácia surgiu em 1832, na Universidade do Brasil (atual UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro). Porém, a profissão só foi regulamentada quase cem anos depois, em 1931.

ProfissãoExistem, atualmente, 211 cursos de Farmácia no Brasil. O total de matrículas anuais é de cerca de 54 mil, contrapondo-se bastante ao número de concluintes, 9 mil. Em média, os cursos têm duração de quatro anos, com carga horária de aproximadamente 4.200 horas, contando as horas de estágio obrigatório. As matérias principais da graduação são: química, bioquímica, fisico-química, biologia, microbiologia e imunologia, parasitologia e anatomia.
A remuneração dos recém-formados, atualmente, é de R$ 1.700, valor determinado pelo CFF (Conselho Federal de Farmácia). Mas, como em todas as áreas, o salário de um Farmacêutico varia de acordo com a área em que atua, com a empresa e com a sua formação.

Símbolo
A cobra enrolada na taça é conhecida como o símbolo da Farmácia, e tem origem na Antigüidade grega. Segundo as literaturas antigas, o símbolo da farmácia ilustra o poder (a cobra) da cura (a taça).
A lenda conta que uma cobra enrolou-se no cajado de Hipócrates, e quando estava preste a picá-lo, ele olhou para a serpente e disse: “se queres me fazer mal, de nada adiantará que me firas, pois tenho no corpo o antídoto contra tua peçonha. Se estás com fome, te alimentarei”.
Então ele pegou a taça onde fazia misturas de ervas medicinais, colocou leite e ofereceu à serpente. Esta desceu do cajado, enrolou-se na taça e bebeu o leite. Desta forma criou-se o símbolo da medicina (a cobra envolvendo o cajado) e o símbolo da farmácia (a cobra envolvendo a taça). Os formandos em farmácia podem ter um anel com uma pedra de Topázio Amarelo.

Farmácia PopularNo Brasil foi criada também a Farmácia Popular, programa do Governo Federal para ampliar o acesso da população aos medicamentos considerados essenciais. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), órgão do Ministério da Saúde e executora do programa adquire os medicamentos de laboratórios farmacêuticos públicos ou do setor privado, e disponibiliza nas Farmácias Populares a baixo custo. Um dos objetivos do programa é beneficiar principalmente as pessoas que têm dificuldade para realizar o tratamento por causa do custo dos medicamentos.

CuryAqui em São Pedro, um dois mais antigos farmacêuticos da cidade, possui sua farmácia no mesmo local há 45 anos. Seu Cury, como é conhecido, nasceu em Torrinha (SP), e quando sentiu que a cidade não tinha muito mais o que oferecer, ele veio com sua família, esposa e 5 filhos para São Pedro.
Chegou à cidade em 1962, e se estabeleceu na Rua Veríssimo Prado, no número 330 onde se encontra até hoje. “Na verdade, daquele tempo pra cá São Pedro não mudou muito. Quando abri a farmácia, a rua já era asfaltada. A diferença é que ela acabava na Estrada dos Boiadeiros, como era chamada”, conta Cury.
“Não havia casas com mais de um andar com existe hoje aqui na frente. Tinha um posto de gasolina e uma oficina mecânica que não existem mais”, relembra ele olhando pela porta da loja.
“Na época em que abri a minha farmácia, só havia a minha e a do Antonelli, que ficava mais pra cima. Depois veio o Fahrat e abriu uma dele. Mas era só. Hoje, São Pedro possui mais de 14 farmácias”, conta Cury.
Ele fez um curso de Oficial de Farmácia, como era obrigatório na época, em São Paulo, e abriu um estabelecimento no Patrimônio, antes de se estabelecer em São Pedro. “Gosto muito daqui, e quando vi que as outras cidades não tinham muito mais ao que me oferecer, mudei-me pra cá. E aqui estou até hoje”, revelou.
Seu Cury é daqueles farmacêuticos das antigas. Possui uma caixinha com cartões de papel onde vai anotando a conta dos clientes. Mede pressão, e tem uma balança Filizola que ele afirma ser mais velha que ele: “Comprei do antigo dono da farmácia, e ela deve ter mais de 73 anos”, conta. “E está funcionando perfeitamente até hoje”.
Seu Cury tem tanta experiência e é tão conhecido, que todos vão até a “farmácia do Cury”, pedir de tudo, inclusive aconselhamentos. Tem gente que alfere pressão, toma injeção, tira dúvidas, e resolve pequenos problemas que seu Cury tem prática em atender. Antigamente, o farmacêutico fazia às vezes do médico da família, o médico popular.
Na parede da farmácia, Cury tem uma ilustração que ele chama de “Cristo Farmacêutico”, que mostra uma imagem estilizada de Cristo segurando uma balança de precisão, com um armário de remédios ao fundo, e rodeado de símbolos relacionados a farmácia: outra balança, o símbolo da taça com a cobra, cumbucas com socadores para fazer remédios com plantas medicinais, entre outros símbolos relacionados à cura.
O farmacêutico Cury mostra a ilustração com orgulho, que é datada da mesma época em que veio para a cidade. “Ele fica na parede protegendo a mim e ao estabelecimento”, afirma. E os clientes não param de chegar e sair. O tempo em que conversávamos com o Cury, mais de 10 passaram pelo seu balcão. Parabéns Sr. Cury, por sua dedicação, e pelo seu dia. São Pedro agradece.

Dia da Amazônia


Estamos de olho no que é nosso!
No dia 5 de setembro comemora-se o dia da Amazônia, a maior floresta do mundo.
A extensão da floresta amazônica abrange, além dos estados brasileiros do Acre, Amapá, Pará, Roraima, Rondônia, Amazonas, Tocantins, Maranhão, área do Mato Grosso, outros países da América do Sul, como: Venezuela, Guianas, Suriname, Bolívia, Colômbia, Peru e Equador.
A área da floresta representa dois quintos da América do Sul e a metade do território brasileiro. Além disso, concebe um quinto das águas doces do mundo, sendo a maior bacia hidrográfica do planeta, com extensão de sete milhões de quilômetros. Os principais rios que formam a bacia são, além do Amazonas, os seus afluentes: Negro, Trombetas e Japurá – à esquerda; e Madeira, Xingu, Tapajós, Purus e Juruá à margem direita.
A Amazônia deve ser preservada, pois é a maior reserva natural do planeta e proporciona o equilíbrio ambiental do mundo.
Sua biodiversidade é muito grande, com espécies animais, vegetais e minerais que formam um ecossistema autossutentável. Pesquisas calculam que em suas riquezas existam cerca de cinco milhões de espécies de plantas, mil e cem espécies de aves; duzentas e cinquenta, de mamíferos; e duas mil, de peixes.
A vegetação da Amazônia é composta por três tipos de matas: a de igapó, de solo inundado; a de várzea, com inundações somente em algumas épocas do ano; e a de terra firme, com solo seco e árvores que alcançam 65 metros.
O clima da região é quente e úmido, com chuvas abundantes o ano todo.
A seringueira é uma das espécies vegetais mais importantes da região, em razão da extração da matéria prima para a produção da borracha, o látex, que é até hoje uma das principais extrações feitas, juntamente com a castanha-do-pará e do guaraná.
Várias espécies vegetais podem ser aproveitadas por indústrias de fabricação de medicamentos e cosméticos, aumentando a economia produtiva do país.
A EMBRAPA – empresa brasileira de pesquisa agropecuária - iniciou em 1990 um trabalho sobre recursos genéticos e a biotecnologia, a fim de organizar a distribuição da heterogeneidade das espécies vegetais da região. Foram levantadas mais de 3.500 espécies, sendo classificadas em gênero e família.
Atualmente, os problemas mais sérios que a Amazônia vem sofrendo são os desmatamentos de suas árvores para o contrabando de madeiras; a caça e a pesca, predatórias, que tem causado a extinção de várias espécies animais; e as disputas de terra.
Pessoas influentes da televisão têm lutado para a preservação da floresta amazônica, através da coleta de assinaturas para que seja feita modificação na Constituição Federal do país, no que diz respeito à preservação da floresta. Através do projeto “Amazônia para Sempre”, buscam junto aos nossos governantes “a interrupção imediata do desmatamento da floresta amazônica.” Você também pode participar!
Com tantas riquezas, a Amazônia tornou-se interesse de grandes potências do mundo. Alguns países têm publicado em seus livros de geografia que a floresta é parte do patrimônio mundial, o que não é verdade. A Amazônia pertence ao território brasileiro e não podemos deixar que outras nações retirem o que é nosso.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

domingo, 4 de setembro de 2011

Leitura bíblica diária.

Leitura do dia.
 
 
 
 
Dom., 4 de Setembro
Jesus disse: «Onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, eu estou no meio deles.»
Mt 18,15-20

sábado, 3 de setembro de 2011

Dilma diz que erros e acertos são seus e de Lula, que pede 8 anos para a petista

Dilma diz que erros e acertos são seus e de Lula, que pede 8 anos para a petista

Com discursos recheados de críticas à imprensa, a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriram ontem o 4.º Congresso Nacional tentando aplacar o desconforto do PT com ações da atual chefe do governo - como a demissão de ministros acusados de corrupção. A 'faxina' de Dilma deixou setores do PT desconfortáveis, pois dirigentes avaliam que as medidas embutem na Era Lula a pecha de 'corrupto'.
Pela primeira vez, o ex-presidente admitiu indiretamente que não sairá candidato à sucessão de Dilma, em 2014. Ao defender o atual governo, Lula argumentou que 'oito meses de governo é muito pouco para quem vai governar esse País por oito anos'. Foi um claro recado a petistas que já defendem a volta de Lula em 2014. 'É apenas 10% que você vai ter para fazer esse País ser maior, ser melhor, mais democrático. Ninguém pode cobrar de você, Dilma, o que você não teve tempo de fazer', disse.
Dilma, por sua vez, descartou totalmente a possibilidade de divergências com Lula. 'Como é que eu posso estar em conflito comigo mesma?', disse. Afirmou que os erros e acertos da gestão passada são seus próprios erros e acertos, pois ela integrou o governo passado.
Ovacionado pela plateia de cerca de mil militantes e autoridades do governo, Lula criticou a imprensa e adversários do PT que, segundo ele, chegaram a prever o fim do partido em 2005 - ano em que foi descoberto e esquema do mensalão. O ex-presidente, no entanto, citar o escândalo do mensalão.
'Estou muito orgulhoso de viver este momento. Lembrem-se que alguns diziam cinco anos atrás que nosso partido ia acabar, que nós não íamos conseguir nem eleger o síndico do prédio. E hoje qualquer pesquisa que se faz sobre partido político, para desgraça de nossos adversários, este é o principal partido desse País', afirmou Lula.
Herança. Em pronunciamento de cerca de 40 minutos, Dilma reafirmou o caráter de continuidade de seu governo, disse que o que lhe permite 'avançar' é a experiência acumulada na gestão anterior, que comparou a camadas do solo que sustentam uma pedra, e fez questão de ressaltar sua condição de ex-ministra do governo Lula.
'Não é herança, porque ajudei a construir esta pedra. Eu estava lá. Os erros e acertos dela (da gestão anterior) são os meus erros e meus acertos', disse Dilma, sob aplausos. 'Vejo muitas vezes na imprensa dizerem, ou tentarem dizer, porque dizer explicitamente é muito difícil, dizer que me elegi presidente baseada na trajetória deste partido, baseada no sucesso do governo do presidente Lula, tenho uma herança que não é bendita', declarou. 'Essa tentativa solerte, essa tentativa às vezes envergonhada e insinuada, tenta toldar uma das maiores conquistas que tivemos nos últimos anos. Nós mudamos a forma de o Brasil se desenvolver.'
Num claro momento de fragilidade política de Dilma, o ex-presidente Lula reiterou confiança no atual governo: 'Não tem mar revolto, não tem vendaval, não tem furacão, não tem vulcão que você não possa vencer. Conte conosco', afirmou.
A presidente afirmou ainda que o crescimento do País só tem força por causa do 'legado' deixado por Lula. 'Nós mudamos o Brasil. Portanto, nossa herança é daqueles que transformaram o Brasil pela primeira vez em muitos e muitos anos. Outros tentaram. De uma forma ou de outra foram interrompidos. Ou se mataram ou foram apeados do poder', declarou, em aparente referência os presidentes Getúlio Vargas (que se matou em 1954, sob pressão da oposição) e João Goulart (derrubado por um golpe militar em 1964)'.
'Mudamos a lógica de crescimento do País. E se ele hoje tem a força que tem é porque nós temos essa herança esse legado e não é um legado só dos oito anos do governo do presidente Lula, mas responsabilidade que cada um de nós no governo carrega todos os dias', disse Dilma.
'Nossos' erros e acertos
DILMA ROUSSEFF
PRESIDENTE DA REPÚBLICA
'Não é herança, porque eu ajudei a construir esta pedra. Eu estava lá. Os erros e acertos dela (da gestão Luiz Inácio Lula da Silva) são os meus erros e meus acertos (...) Nós mudamos a forma de o Brasil se desenvolver'

Fonte:
Por Wilson Tosta / ENVIADO ESPECIAL A BRASÍLIA, Eugênia Lopes e Vera Rosa / BRASÍLIA, estadao.com.br, Atualizado: 3/9/2011 1:20

Leitura bíblica diária.

Leitura do dia.
2011
Sáb., 3 de Setembro
Jesus disse: «O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros como eu vos amei.»
Jo 15,9-13

Dia Internacional do Livro Infantil



Hans Christian e um de seus principais personagens – O Patinho Feio
A literatura infantil surgiu no século XVII, no intuito de educar as crianças moralmente.
Em homenagem ao escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, foi criado o dia internacional do livro infantil, que é comemorado na data de seu nascimento, 02 de abril; em virtude das inúmeras histórias criadas por ele.
Dentre as mais conhecidas mundialmente estão “O Patinho Feio”, “O Soldadinho de Chumbo”, “A Pequena Sereia” e “As Roupas Novas do Imperador”.
A data é conhecida e comemorada mundialmente, em mais de sessenta países, como forma de incentivar e despertar nas crianças o gosto pela leitura.
Tanto os clássicos da literatura infantil quanto os livros somente ilustrados, proporcionaram o desenvolvimento do imaginário das crianças, bem como o aspecto cognitivo, desenvolvendo seu aprendizado em várias áreas da vida.
As histórias reportam valores morais e éticos, que levam o sujeito a repensar suas atitudes do cotidiano, numa reflexão que pode modificar sua ação, tornando-a melhor enquanto pessoa.
Segundo Humberto Eco – escritor, filósofo e linguista italiano – a literatura infantil traz sentido aos fatos que acontecem na vida, envolvendo as crianças. Dessa forma, "qualquer passeio pelos mundos ficcionais tem a mesma função de um brinquedo infantil.
As crianças brincam com a boneca, cavalinho de madeira ou pipa a fim de se familiarizar com as leis físicas do universo e com os atos que realizarão um dia".
Todos os anos a Internacional Board on Books for Young People, oferece o troféu “Hans Christian”, como sendo o prêmio Nobel desse gênero, algumas escritoras brasileiras já foram homenageadas, como Lygia Bojunga, no ano de 1982, e Ana Maria Machado, em 2000.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Dia do Repórter Fotográfico



Lentes que retratam desespero, vitória, dor e muito mais
No dia 02 de setembro é comemorado o dia do repórter fotográfico, o profissional que consegue registrar fatos e acontecimentos marcantes, capturando as imagens no exato momento em que os mesmos acontecem.
As imagens podem ser de fatos políticos, históricos, sociais, esportivos, culturais, natureza, dentre outros, retratando alegria, sofrimento, dor, esperança, etc.
A história da fotografia surgiu através do físico francês Joseph Nicéphore Niépce, em 1816, através da “transformação de compostos químicos sob a ação da luz”.
A fotografia é importante para a atividade jornalística, pois serve para complementar a ideia do texto, bem como comprovar a veracidade dos fatos.
Ao longo dos anos, a fotojornalismo tornou-se um estilo de trabalho que se baseia no uso das imagens fotográficas para se veicular às notícias. O surgimento dessa área se deu através do britânico Roger Fenton, que fotografou a Guerra de Crimeia, no período de 1853 a 1856.
Mas a primeira publicação de uma imagem em um veículo de comunicação aconteceu em 1880, através do jornal Daily Herald, de Nova Iorque, com a finalidade de inovar seu estilo de publicação, buscando chamar mais a atenção dos leitores.
Porém, a genialidade da ideia somente se tornou popular com a chegada do século XX, sendo possível devido à invenção da primeira máquina fotográfica portátil, a Kodak, que podia ser facilmente carregada por todos os lados.
No tempo dos nossos bisavôs e avôs, as fotografias não eram comuns. Ao pesquisarmos a história de nossas famílias podemos perceber o quanto as imagens mudaram de lá para cá, tornando-se mais límpidas, com muito mais qualidade que antes, o que somente foi possível com os avanços tecnológicos.
As primeiras máquinas fotografavam em preto e branco. Mais adiante, o homem inventou o filme, que possibilitava a revelação em cores, chegando aos modelos da atualidade, os digitais, que capturam as imagens através da memorização das mesmas.
Um estilo jornalístico que tem chamado grande atenção do público nos últimos anos são os paparazzi (no singular, paparazzo).
Os mesmos fotografam celebridades do cinema e da televisão, expondo suas imagens em momentos mais descontraídos ou comprometedores. Essas matérias são alvo das revistas de fofoca, pois atingem grande sucesso nas vendas das mesmas.
A ideia desse trabalho fotográfico foi proposto no filme de Frederico Fellini, La Dolce Vita (1960), que teve o nome do fotógrafo Signore Paparazzo baseado no nome de um mosquito siciliano “paparaceo”. A atuação do fotógrafo era de Walter Santesso, que trabalhava com Marcello Mastroiani, interpretando o jornalista Marcello Rubini.
Mas independente da forma de atuação do repórter fotográfico, seu trabalho é muito importante para a população, pois registra os fatos como eles realmente acontecem, trazendo-nos a possibilidade de tomar conhecimento dos mesmos.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Profilaxia é o melhor remédio

Melhorar o seu sorriso - Branqueamento dentário


A beleza é, cada vez mais, um factor determinante na auto-estima e essa é crucial nos relacionamentos interpessoais, bem como profissionais.

Nos dias de hoje o padrão de beleza está cada vez mais elevado, e está directamente relacionado com a saúde, com a imagem de “corpo ideal”. Neste sentido, o sorriso perfeito, com dentes brancos e alinhados é fundamental. O sorriso é de facto um factor preponderante na imagem pessoal, e um dos elementos chave para obter um resultado estético global aceitável. Assim, os dentes brancos vêm de encontro aos conceitos de beleza e estética em vigor na sociedade actual, e são considerados bonitos, algo que nos agrada e desperta admiração.

Por outro lado, a melhoria da estética dentária proporciona ao paciente um sorriso que o faz ser motivado para a higiene oral, bem como o aumento da auto-estima, tornando-se uma pessoa mais confiante não só a nível social, como também profissional.

O branqueamento dentário consiste numa das opções de tratamento estético e pode ser utilizado isoladamente ou com outros procedimentos estéticos. O branqueamento, nas suas diversas formas, é a modalidade de tratamento mais conservadora, por manter intactas as estruturas dentárias sãs. Desse modo, o tratamento por si só pode mudar significativamente a aparência dos dentes.As causas de escurecimento dentário são:

• Tabaco

• Certos alimentos e bebidas

• Medicamentos

• Traumatismos dentários

• Restaurações antigas ou degradadas

• Causas genéticas

• Idade

Existem, actualmente, duas técnicas de branqueamento seguras e eficazes, que quando combinadas com uma boa higiene oral, e complementando os resultados desta podem dar respostas aos desejos estéticos daqueles que querem ter um sorriso bonito:

1- Branqueamento feito no consultório: Neste procedimento, o Médico Dentista começa por fazer uma higienização dentária para remoção da placa bacteriana. Após este passo, os dentes são isolados para proteger gengiva; depois é aplicado o gel, são colocados uns óculos no paciente para proteger os olhos, e aplica-se a luz que irá activar o gel aplicado, normalmente uma luz de LED ou Laser. Esta luz penetra no esmalte dentário e, devido a uma reacção química, dissolverá as manchas sem afectar os tecidos dentários. É um procedimento indolor e os seus efeitos secundários são quase inexistentes. Através do laser, o tratamento terá a duração de uma hora a uma hora e meia, dependendo do escurecimento dos dentes, e é feito numa única sessão.

2- Branqueamento feito em casa: Para este procedimento o Médico Dentista pesquisa primeiramente se os dentes a branquear estão livres de cáries e cavidades onde o gel poderia penetrar, e se as houver estas deverão ser tratadas previamente, uma vez que a penetração de gel nas referidas cavidades pode provocar dor.
 
Fonte: noticiasfrescas-tiago.blogspot.com