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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Prevenir é o melhor remédio.

Prostatite




Prostatite é inflamação da próstata. Esta, por sua vez, é um órgão componente do aparelho reprodutor masculino, responsável por sintetizar o líquido ejaculatório. Acomete mais comumente indivíduos pré-adolescentes, embora possa afetar indivíduos de todas as idades.
Existem diferentes tipos de prostatite, sendo que as mais importantes são as prostatites bacterianas (aguda ou crônica) e as prostatites não bacterianas e prostatodinia.
Dentre as menos comuns, encontram-se:
  • Prostatite gonocócica: a bactéria Neisseria gonorrhoeae, causadora da gonorréia, embora seja raro, pode chegar a infectar a próstata.
  • Prostatite tuberculosa: esta forma de prostatite é causada pela bactéria da tuberculose, a Mycobacterium tuberculosis, que pode surgir como uma sequela rara da tuberculose.
  • Prostatite micótica: casualmente, a prostatite pode ser causada por fungos que levam à micose sistêmica.
  • Prostatite granulomatosa não específica: este tipo ocorre de duas formas distintas, que são:
    • Variedade eosinofílica: acomete, quase exclusivamente, pacientes com problemas de alergia, principalmente os que sofrem de asma. Normalmente os indivíduos acometidos apresentam febre elevada e obstrução total da urina, uma vez que a próstata fica edemaciada e endurecida.
    • Variedade não eosinofílica: acredita-se que seja uma reação do organismo contra algum fluído prostático extravasado.
Embora existam inúmeros estudos sobre prostatites, não se conhece ao certo qual sua relação com a infertilidade. Pesquisas indicam que, na prostatite bacteriana crônica, as células reprodutivas não são expostas a uma quantidade de bactérias suficiente para resultar em dano direto a elas. Contudo, muitos pesquisadores defendem a idéia de que as alterações na síntese do fluído prostático relacionadas à prostatite bacteriana crônica é que cause efeitos nocivos às células reprodutivas, o que determina a infertilidade.
Fontes:
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?349
http://www.sbu-sp.org.br/site/index.php/prostatite.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Prostatite
http://www.lincx.com.br/cuidando-de-sua-saude/saude-de-a-a-z/medicina/saude-do-homem/5575-prostatite.html
http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/8613

Refrescando a memória.

Invenção da Lâmpada

Em 21 de outubro de 1879, foi criada a lâmpada elétrica incandescente. A invenção é de autoria do norte-americano Thomas Edison. A invenção partiu da necessidade de usar uma pequena lâmpada doméstica que substituísse luz proveniente da chama do gás.
Em dezembro de 1879, Thomas Edison realizou a primeira demonstração pública da lâmpada após a instalação de um sistema completo de energia no laboratório Menlo Park. Thomas Edison também foi responsável pelo invento da vitrola e da câmera de cinema, em toda a sua vida fez 1093 patentes.
O projeto da lâmpada partiu de um filamento de carbono. Até 1879, a ideia de energia elétrica já existia, mas ainda não era usada nas casas das pessoas. A invenção da lâmpada levou o uso da eletricidade para a área doméstica e pouco a pouco começou a substituir os lampiões a gás.
Inicialmente, as redes elétricas de iluminação eram limitadas e concentradas  nos centros urbanos, mas já era o bastante para fazer da eletricidade algo economicamente viável no dia a dia, nas comunicações e na metalurgia.
Ao desenvolver a lâmpada elétrica, um dos principais desafios para Edison era detectar um filamento que permanecesse incandescente durante a transmissão da corrente elétrica. Resolveu cobrir os filamentos com um bulbo de vidro para isolar o oxigênio. Conclui o invento utilizando algodões carbonizados, o que possibilitou a luz por mais de 40 horas ininterruptas.
Anteriormente, tentou utilizar filamento de carvão que tinha pouca durabilidade, experimentou utilizar ligas metálicas e até de bambu.
Nos tempos atuais, os filamentos das lâmpadas incandescentes são feitos de tungstênio, um metal que só se funde numa temperatura de 3422 °C. Para que o filamento não entre em combustão e não se queime, na fabricação, retira-se todo o ar atmosférico presente nas lâmpadas, sendo substituídos por nitrogênio, argônio e criptônio.
Thomas Edison nasceu em 11 de fevereiro de 1847, em Ohio , Estados Unidos. Desde criança recebeu uma educação rígida. Sofria de oligofrenia e não costumava ser um grande aluno. Além da inventar a lâmpada, foi o criador do telégrafo duplex e da telegrafia de banda-larga. Também foi autor da descoberta a emissão de elétrons por metais incandescentes, conhecimento que geraria a lâmpada de diodo.
Fontes:
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI193628-EI300,00-Invencao+da+lampada+completa+anos.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A2mpada_incandescente

DIVISÃO DO PARÁ

 Novos estados : Tapajós e Carajás


No dia 31 de maio de 2011, foi aprovado no plenário do Senado o projeto de realização de plebiscito e criação do estado de Tapajós dentro do atual estado do Pará. Também já foi aprovado no Congresso o projeto de criação do estado de Carajás.


Inicialmente, a realização de um plebiscito para consulta popular no estado do Pará sobre a criação de um novo estado foi aprovada pelo CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. No dia 5 de maio, o plenário da Câmara já havia aprovado um decreto legislativo que já autorizava a realização da consulta popular.
O novo estado de Tapajós ocuparia cerca de 58% de todo o território do estado do Pará, abocanhando 27 municípios. A capital de Tapajós seria a cidade de Santarém. Segundo a presidência do Senado, o plebiscito tem a autorização para ocorrer em seis meses após a sua aprovação.
Sobre o estado de Carajás, o projeto de realização de plebiscito sobre a sua criação foi aprovado pelo Congresso, o estado de Carajás é planejado para ocupar a região sul e sudeste do Pará, sua capital seria Marabá.
Carajás em seu projeto inicial, teria 39 municípios e ocuparia uma área de 25% do atual Pará. Segundo o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) os dois estados seriam economicamente inviáveis, dependeriam de constantes ajudas do Governo Federal para a manutenção de suas estruturas administrativas ainda a serem instaladas.
Os atuais prefeitos de Santarém e Marambá defendem a criação dos dois estados, por administrarem as futuras capitais, acreditam que as novas unidades territoriais traria a presença estadual mais próxima às necessidades das cidades do interior paraense.
O atual estado do Pará ficaria com a menor parte, caso os plebiscitos indiquem a divisão de seu território para a criação de Tapajós e Carajás. No Congresso, a realização de consulta popular obteve, para Carajás, 261 votos a favos contra 53 contra; Tapajós obteve, 265 a favor e 51 contra.
A oposição ao governo de Dilma Rousseff classificou a ideia de criação de dois novos estado de irresponsável, pois geraria novos gastos públicos e não traria crescimento ao país, sendo regiões sem atrativo e viabilidade econônica. Os novos estados necessitarão de edifícios administrativos, palácios, tribunais, assembleias e novos investimentos em infraestrutura de transportes a curto prazo.
A bancada do Governo Federal no Congresso, defende a criação dos dois estados, citando que na época, a criação do estado de Tocantins, desmembrado de Góias, gerou um crescimento de 155% do PIB no período de 1988 a 2006. Crescimento do PIB também foi registrado na divisão dos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Em termos geológicos, o futuro estado de Tapajós herdaria, além da maior fatia territorial, uma extensa reserva de minério de e a represa de Tucuruí.
Fontes:
http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/05/senado-aprova-plebiscito-sobre-criacao-de-tapajos.html
http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/05/tapajos-e-carajas-seriam-estados-inviaveis-calcula-economista-do-ipea.html
http://www.atardeonline.com.br/brasil/noticia.jsf?id=2245305
Ilustração: http://www.correiodoestado.com.br/noticias/senado-aprova-plebiscito-para-criacao-do-estado-do-tapajos_112925/

terça-feira, 6 de setembro de 2011

DROGA NEM PENSAR!

PREVENIR É MELHOR

Profilaxia



O termo “profilaxia”, na medicina, é usado para designar um conjunto de medidas que visam à prevenção de doenças ou mesmo o ramo da medicina que estuda a prevenção das doenças.
A palavra derivada do grego prophýlaxis que significa “precaução” pode denominar também uma série de outras medidas em áreas distintas do conhecimento. No xadrez, por exemplo, o termo designa uma postura de jogo onde se pretende evitar determinadas jogadas do adversário (ou plano de jogo) através de jogadas denominadas profiláticas.
Na medicina, onde seu uso é mais comum, o termo profilaxia denomina medidas diversas que incluem desde procedimento simples como lavar as mãos até mais complexos ou que incluem usos de antibióticos e medicamentos, variando de acordo com a doença a se prevenir.
Embora as práticas de higiene com o intuito de evitar a propagação de doenças seja muito antiga – desde o Antigo Egito têm-se notícias de que os doentes eram segregados com o fim de evitar o contágio – somente após a Segunda Guerra Mundial é que houve grande avanço no entendimento dos mecanismos de propagação das doenças graças inclusive ao desenvolvimento dos estudos iniciados por Louis Pasteur sobre microorganismos e também à identificação dos chamados vetores: organismos transmissores de doenças, (como por exemplo os ratos).
Outro evento muito importante no desenvolvimento das medidas profiláticas foi o desenvolvimento da vacina inventada (da maneira como conhecemos – veja curiosidade ao final do texto.) no século XIX e que possibilitou a prevenção de importantes doenças como a gripe e a varíola.
O desenvolvimento cada vez maior dos estudos acerca da prevenção das doenças deu origem a um ramo de pesquisa científica denominado “etiologia” que nada mais é do que o estudo das causas das doenças que também abrange os mecanismos de propagação ou proliferação destas.
Curiosidade: Você sabia que a vacina já existia antes do século XIX? Os chineses foram os primeiros a usar um método chamado “variolização”, um precursor da vacina que depois foi utilizado por indianos, persas, egípcios, árabes, turcos e até algumas regiões da Europa. Os métodos variavam mas basicamente consistiam na contaminação de forma branda de uma pessoa sadia pelo vírus da varíola através do contato desta com tecidos e roupas e picada de agulha contaminada ou mesmo através do contato com secreções de doentes como o pus das feridas (Eca!).
Fontes
http://ciencia.hsw.uol.com.br/microorganismo6.htm

Entidades esperam reunir 30 mil na Marcha contra a Corrupção em Brasília

 




Agência Brasil
Entidades organizadoras da Marcha contra a Corrupção, prevista para ocorrer nesta quarta-feira, 7, espera reunir 30 mil pessoas em Brasília. “Nosso objetivo já foi alcançado, que era ter mais inscrições que a Corrida da Cerveja. Temos 22 mil pessoas confirmadas pelas redes sociais, e acreditamos que mais pessoas irão aparecer na hora”, disse Rodrigo Montezuma, organizador da marcha. Em outras cidades também há manifestações previstas para ocorrer nesta quarta.Nesta segunda-feira, 5, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) reuniram-se com senadores do movimento contra a corrupção e a impunidade para pensar formas de engajar a sociedade na questão. Uma das ações destacadas foi a marcha, realizada paralelamente às comemorações da Independência do Brasil.Para o presidente da OAB, Ophir Cavalcante, é importante que as entidades e os políticos aproveitem este momento de mobilização social para chamar a atenção para temas de combate à corrupção que ainda geram baixo engajamento popular. Entre esses temas, estão o fim do voto secreto no Congresso Nacional, a celeridade no julgamento de casos de corrupção, o fim de emendas parlamentares individuais, a redução de cargos comissionados, a transparência nos gastos públicos e a declaração imediata da constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa, que aguarda julgamento definitivo no Supremo Tribunal Federal (STF).A ideia é que essas demandas componham uma carta de princípios que deve ser elaborada pelo grupo. “Na mobilização pela aprovação da Lei da Ficha Limpa, já tínhamos uma lei em tramitação para dar um respaldo jurídico à demanda. Agora queremos que essas demandas também não fiquem em um campo vago. Queremos a mobilização popular na Marcha contra a Corrupção, mas estamos preocupados com o day after, em como colocar esses projetos para andar”, disse Ophir.O senador Pedro Taques (PDT-MT), um dos que participaram do encontro, lembrou que várias das reformas que estão sendo reclamadas pela sociedade já tramitam pelo Congresso, mas que não há interesse político em votá-las. “Nosso grande desafio é descobrir formas de despertar a sociedade para que ela pressione por mudanças”.O encontro desta segunda foi uma continuação de uma campanha iniciada no mês passado, quando foi lançado o portal Observatório da Corrupção. A ideia é que o grupo anticorrupção seja ampliado e tenha a participação de líderes estudantis, líderes sindicais e representantes da sociedade organizada.Mais atos. Além de Brasília, outras cidades devem ser palco de atos contra a corrupção nesta quarta. Muitos deles foram organizados pelo Facebook e têm até 75 mil pessoas confirmadas. No blog Brasil+Ético é possível ver informações sobre eles. Em São Paulo, está previsto o Caras Pintadas Contra a Corrupção, a partir das 9h, em frente ao Masp. / Com informações de O Estado de S.Paulo

EDUCAÇÃO É A SOLUÇÃO

Leitura díblica diária.

Leitura do dia.
 
 
 
3ª-f., 6 de Setembro
Aquele que se une ao Senhor constitui, com ele, um só espírito.
1 Cor 6,12-20

Hoje é “dia do barbeiro” – uma profissão em extinção

Hoje é “dia do barbeiro” – uma profissão em extinção

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O barbeiro, um dos mais antigos profissionais do mundo, vem perdendo aos poucos seu espaço para os modernos salões de beleza. Mesmo assim, ainda é possível encontrar alguns destes especialistas no corte e feitura dos cabelos e barbas dos homens, que resistem teimosamente aos novos costumes que os tempos atuais vêm implantando.

O uso de barbear e cortar o cabelo tornou-se habitualmente entre os homens desde a mais remota antiguidade. Os relatos a este respeito dão conta de que os nobres e guerreiros de então usavam cabelos compridos, sustentados por faixas, correntes ou condecorações; os jovens, por sua vez, copiavam os penteados de Apolo e Arquimedes; os velhos e filósofos deixavam crescer a barba e os cabelos, como símbolo de sabedoria, enquanto os escravos apresentavam seus cabelos curtos e lisos, não lhes sendo permitido  o uso de barba nem bigodes.


Além dessa atividade que exerciam, e que lhes dava o nome, os antigos barbeiros também pratiavam pequenas cirurgias, podendo sangrar e extrair dentes. Mas o tempo foi passando, os costumes se adaptando aos modismos de cada época, e assim, aos poucos, surgiu a figura do cabeleireiro, palavra que designa originalmente o cortador de cabelos masculinos, ou seja, o próprio barbeiro, mas que por razões ainda não explicadas satisfatoriamente, passou a indicar os profissionais trabalhando em salões destinados ao público feminino. Muitos, por sua vez, certamente pretendendo valorizar ainda mais a sua arte de arrumação capilar, adotaram a expressão francesa “coiffeur” pra se autointitularem. E a moda pegou de tal forma que é cada vez maior o número de cidadãos e cidadãs nos estabelecimentos dedicados a essa atividade embelezadora.

CONTINUA…

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Atualmente, os antigos barbeiros têm sentido o declínio em sua clientela. Em João Alfredo, ao que parece, os barbeiros também estão em fase de extinção. Em algumas ruas da cidade ou localidade rural, dá para encontrar as poucas barbearias que insistem em funcionar. Na feira-livre, realizada às segundas-feiras, existem poucos profissionais que consevam este ofício, em suas modestas barracas,ituadas ao lado do prédio da Secretaria Municipal de Educação, na Rua Herculano Soares.

“Essa profissão está se acabando porque antigamente existiam trabalhadores sérios que aprendiam esta arte com seus pais, mas hoje em dia poucas pessoas fazem a barba no salão.” Reclama João Firmino, de 62 anos. Para ele, que aprendeu com o pai, está faltando interesse na nova geração. “Hoje em dia, com três ou quatro dias de curso, um rapaz ou uma moça já abre o seu salão e se torna cabeleireiro sem qualificação.” Completou.

Já Manoel Caetano, de 65 anos, que divide uma barraca com João Firmino, demonstra a mesma desilusão, quando sustenta que “atualmente a gente tá só sobrevivendo… a profissão de barbeiro está se acabando, porque os clientes jovens preferem os cabeleireiros com aqueles cortes extravagantes e quase todo mundo prefere fazer a barba em casa mesmo.” Segundo Caetano, os filhos não mais se interessam pelo ofício, em face dos poucos lucros futuros que o mesmo pode oferecer. “De modo que vão morrendo os clientes mais velhos e a freguesia vai diminuindo. ” Lamentou.

A tecnologia e a modernização dos aparelhos de barbear também contribuiram para afastar os homens das barbearias, já que muitos se barbeiam em suas casas. Agora os novos salões adoratam técnicas e tendências que passaram a atrair muita gente, tornando ultrapassadas as antigas barbearias.

De qualquer forma, o dia 06 de setembro é dedicado ao BARBEIRO, profissional digno, sério e que com sua competência vem cuidando da aparência dos homens.

DIMAS SANTOS

DIA DO ALFAIATE



Alfaiate (em francês: Tailleur) é o profissional especializado que exerce o ofício da Alfaiataria, uma arte que consiste na criação de roupas masculinas (terno, costume, calça, colete, etc.) de forma artesanal e sob medida, ou seja, exclusivamente de acordo com as medidas e preferências de cada pessoa, sem o uso padronizado de numeração preexistente.
Ao invés de máquinas modernas ou computadores de última geração, essa profissão utiliza artefatos simples como a tesoura, a régua, a linha, e velhas invenções como a máquina de costura e a entretela. É comum encontrar, nessas pequenas lojas, poucos funcionários, como o próprio dono do estabelecimento e apenas um ajudante. Na maioria dos casos, os profissionais que lidam com alfaiataria são pessoas com mais de 60 anos que exercem a profissão há 20, 30 e até 50 anos.